Tabletop presencial com facilitador
Bom para um dia de debate aprofundado, com a diretoria reunida e alguém conduzindo a conversa.
Crisarium × tabletop
O tabletop, ou exercício de mesa, é a metodologia que conselhos e reguladores reconhecem: cenário em rodadas, pressão de prazo, cobrança do Conselho / Sócios no fim. O que muda: ninguém decide pela voz mais alta da sala, ninguém precisa estar na mesma sala, e o resultado vem medido.


O que se mantém
Do primeiro alerta à prestação de contas ao Conselho / Sócios, com fatos que mudam no caminho.
Até 10 áreas, do CEO ao Atendimento a clientes, cada uma com as decisões que lhe cabem.
Prazo para cada decisão e contestação de outra área antes de confirmar.
Prazos e obrigações do Brasil, da União Europeia e dos Estados Unidos, citados da norma, e uma referência internacional em normas técnicas para os demais países.
O que muda
| Tabletop tradicional | Crisarium | |
|---|---|---|
| Quem decide | O grupo, na mesma sala; costuma pesar a voz mais sênior | Cada executivo, sozinho, no próprio papel |
| Pressão | Simulada pelo facilitador | Prazo por decisão, contestação de outra área e cobrança do Conselho / Sócios |
| Agenda | Todos na mesma sala e na mesma data, por horas ou um dia inteiro | Rodadas de 24 ou 48 horas; cada um decide quando puder, pelo celular ou pelo computador |
| Quem falta | Fica fora do exercício | A IA decide pelo papel, e a ausência entra no relatório |
| Resultado | Relatório do facilitador, descritivo | Divergências entre áreas, tempos de resposta, aderência ao seu plano de crise e impacto financeiro rodada a rodada |
| Frequência | Em geral, uma vez por ano | Até quatro cenários diferentes por ano |
| Custo | Dezenas de milhares de reais por sessão | O plano anual custa menos que uma sessão |
Por que decidir sozinho
Numa sala, a diretoria discute e chega a uma resposta comum. É bom para alinhar, mas esconde o que cada área faria sozinha — que é como a crise começa de verdade: às 6h40 de um dia útil, com metade do comitê fora da sala e cada um decidindo com o que sabe.
No Crisarium, cada executivo decide no próprio papel e com prazo, sem ver a resposta dos outros até a rodada fechar. Depois, todos veem o que cada área decidiu, e o relatório aponta onde as decisões se contradizem. É nessas contradições que uma crise real costuma piorar.
Recusou qualquer contato com os criminosos.
Provisionou o pagamento do resgate.
Relatório de exemplo
Trechos do relatório de grupo de uma sessão de demonstração, com empresa fictícia. O relatório completo traz também a linha do tempo de cada rodada, as decisões tomadas sobre informação que depois mudou e o detalhe da aderência, regra a regra.
Financeiro, legal, reputacional e operacional, sem uma nota única que esconda onde a empresa perdeu.

Impacto financeiro estimado por componente: neste exemplo, 73% vem da parada da operação.

A perda calculada rodada a rodada mostra o salto: R$ 19 milhões a mais na rodada 4.

O mercado ouviu uma coisa; o regulador, outra.

Tempo de resposta por área, prazos esgotados, ausências e quem manteve a decisão quando outra área contestou.

Regras do seu plano cumpridas e descumpridas, e os assuntos que ele não trata.

As cobranças e os reconhecimentos, com base no que cada área decidiu.

Exemplo ilustrativo. Os fatos e números do cenário são fictícios.
Quando usar cada um
Bom para um dia de debate aprofundado, com a diretoria reunida e alguém conduzindo a conversa.
Bom para treinar com frequência, medir cada área e chegar ao debate sabendo onde estão as lacunas.
Muitas empresas vão usar os dois: o Crisarium ao longo do ano e o tabletop presencial quando o relatório mostrar onde aprofundar.
Um tabletop com facilitador custa dezenas de milhares de reais e ocupa a agenda da diretoria por um dia inteiro. O plano anual custa menos que uma única sessão assim.
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